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Tesouro Direto

Programa do governo federal para venda de títulos públicos a pessoas físicas

O Tesouro Direto é um programa criado em 2002 pelo Tesouro Nacional em parceria com a B3 para permitir que pessoas físicas comprem títulos públicos federais diretamente pela internet. É uma das formas mais seguras e acessíveis de investir no Brasil, com aplicação mínima a partir de aproximadamente R$ 30.

Por que é considerado seguro

Os títulos do Tesouro Direto são emitidos pelo Governo Federal, que é o emissor de mais baixo risco em qualquer economia. O risco de calote (chamado de risco soberano) é considerado mínimo no contexto brasileiro. Por isso, o Tesouro Direto é frequentemente a base da carteira de investidores conservadores.

Tipos de títulos disponíveis

Tesouro Selic

Pós-fixado, atrelado à taxa Selic. Ideal para reserva de emergência e objetivos de curto prazo. Saiba mais em Tesouro Selic.

Tesouro IPCA+

Híbrido, paga IPCA + taxa fixa. Protege contra a inflação e é indicado para objetivos de longo prazo. Ver Tesouro IPCA+.

Tesouro Prefixado

Taxa fixa definida no momento da compra. Bom quando se acredita que os juros vão cair.

Tributação

Os rendimentos seguem a tabela regressiva de IR, com alíquotas de 22,5% (até 180 dias) a 15% (acima de 720 dias). Há também cobrança de IOF para resgates antes de 30 dias.

Taxa de custódia

A B3 cobra uma taxa de custódia de 0,20% ao ano sobre o valor investido para manter os títulos. Algumas corretoras isentam essa taxa ou oferecem cashback.

Liquidez

Todos os títulos do Tesouro Direto têm liquidez diária garantida pelo Tesouro Nacional, com resgate disponível em D+1. Porém, resgates antecipados de títulos prefixados ou IPCA+ podem resultar em ganho ou perda, conforme as condições de mercado.

Atualizado em maio de 2026. Fonte: Banco Central do Brasil.